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Guia para árbitros e clubes

A mesa que descansa

Acontece em quase todos os torneios sociais: fecham-se as inscrições e as duplas são ímpares. Uma fica de fora em cada rodada. Não é um problema para resolver à última hora: é uma regra para anunciar no início.

  1. 1.Porque acontece

    Cada mesa recebe duas duplas. Com um número ímpar, uma fica sem adversários. Acontece mais do que se pensa, porque as inscrições de última hora e as desistências mudam a conta até minutos antes de começar.

  2. 2.Quanto vale o descanso

    A dupla parada não perde a rodada: recebe uma pontuação de ofício, decidida antes e igual para todos. O habitual é um valor fixo, escolhido para não favorecer nem penalizar demasiado — porque se descansar compensa, alguém vai pedi-lo.

  3. 3.Quem fica de fora

    A regra que evita mais discussões é simples: nunca duas vezes a mesma dupla. Com muitas rodadas e poucas duplas pode acontecer na mesma, e então convém dizê-lo antes. Nalguns clubes o árbitro escolhe o primeiro descanso e a rotação decide os restantes.

  4. 4.Os erros que custam a noite

    Três, todos evitáveis: não anunciar o valor do descanso antes de começar; deixar a mesma dupla de fora duas vezes; e esquecer de lançar a pontuação de ofício na classificação, que é a forma mais rápida de descobrir no fim que as contas não batem.

A pergunta que fazem sempre

«E os dois que descansam, o que fazem durante quarenta minutos?» É a objecção real dos sócios, e não é técnica. Alguns clubes organizam um mini torneio entre os jogadores das duplas paradas, para não ficarem a ver. É boa prática, e vale mais do que qualquer sistema de pontuação.

Na prática

O descanso é uma daquelas coisas que um programa faz sem pensar: roda quem descansa, põe a pontuação de ofício na classificação e nunca se esquece. À mão é mais uma linha para lembrar em cada rodada, durante quatro ou sete rodadas seguidas.

Vê como funciona

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